O PACTO ENTRE LULA, DILMA E TEMER

Silenciosamente começa a ser desenhado a maior mudança do governo Dilma.

Lula reaparece no cenário político dando ordens à Presidente, sugerindo mudança de tratamento aos aliados e aos presidentes do Congresso. Não defende os corruptos presos, e vem como o grande conciliador do partido.

Temer, de escudeiro dedicado, passa a ser um crítico do governo e se afasta gradativamente da Presidente, que hoje não mais detém a aprovação popular.

O STF, inusitadamente, começa a retirar devagarinho de Moro, hoje reconhecido como o justiceiro do Brasil, as investigações que ele está fazendo e que tem levado à prisão os corruptos de colarinho branco, entre eles políticos de expressão do PT e grandes empresários. Os ministros do STF, que na sua maioria foram indicados pelo PT entregaram estas investigações à  companheirada para serem finalizadas, como determinou o jovem Toffoli, que só chegou na presidência do STE  por benesse política, uma vez que não conseguiu nem sequer ser aprovado em concurso para juiz.

 A imprensa noticiou a semana passada que além dos dois processos retirados de Moro  seriam retirados mais outros quatro, e outros mais estão sendo analisados. A ordem havia sido dada, a Lava Jato tinha que parar antes do final do ano, afinal estava desbaratando a maior quadrilha de doleiros à disposição da corrupção do governo do PT e começava a chegar no Chefe.

Tudo anda conforme o planejado. Temer, distante de Dilma, começa a articulações mantendo o partido distante de cargos, fato que causa a maior estranheza porque todos conhecem o apetite voraz do PMDB pelo poder.

Mas é que tudo já está pronto e definido, no Triunvirato.  A Lava Jato perde força, e os companheiros sairão da prisão, livres ou com penas leves, como aconteceu no Mensalão. Ninguém mais precisa delatar ninguém. Moro deve ser transferido de Curitiba para Rondônia, amargando o castigo de ser contra a corrupção.

Dilma foi informada que a única forma de se afastar de forma honrosa, seria a de deixar o governo para tratamento de saúde. O fato não será questionado por nenhum brasileiro, que acham que sua dislexia deve mesmo ser tratada.  

Temer assume a presidência, sem grandes manifestação popular porque já deu declarações de descontentamento com o governo. O Triunvirato comemora feliz, Temer combinou com Lula e Dilma que não deixará a Presidente e nem o Chefe serem investigados. O mais difícil vai ser Temer, e o seu partido, cumprir o acordo do retorno de Lula em 2018.

MCLeão
      

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 Reforma ministerial amplia distância entre Michel Temer e Dilma Rousseff - Política - Estadão 

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