TRUMP, O CONCILIADOR?



A vitória de Trump, nos EUA, veio como um cataclismo mundial, teve um efeito devastador nas bolsas do mundo inteiro. A insegurança e o medo tem razão de ser.

Durante toda a sua campanha o candidato vitorioso foi enfático ao declarar como governaria o país, com mão de ferro e um total desprezo pelos direitos humanos. Entre suas promessas está a de devolver a América aos americanos, construir muros para impedir a entrada dos mexicanos, a deportação de imigrantes e o impedimento de asilo  aos refugiados de guerra.

Interessante é que este candidato racista, machista, da extrema direita  teve o voto dos imigrantes e dos americanos de baixa renda na sua maioria negros, e assim que foi eleito os primeiros mandatários de outras nações que comemoraram a eleição de Trump foram os presidentes da Rússia e da China, talvez redesenhando um novo pacto mundial.

A sua primeira declaração, depois de eleito, vem contradizer com seus pronunciamentos, convoca todo o povo americano para a união e para reviverem o “sonho americano”, tudo num estilo magnânimo e conciliador. De certa forma, seu discurso conciliador trouxe o primeiro desapontamento para seus eleitores. Esqueceu que foi eleito com o voto de quem acreditou no seu discurso inflamado e nas suas promessas de guerra.

Como será seu governo, só o tempo dirá.
De todas as frases que vi e ouvi, a respeito das eleições americana, uma delas merece reflexão especial:

"Com Donald no poder, Mickey se mostra preocupado com futuro da Disney.
Pateta comemora!Tio Patinhas fica mais rico!Zé Carioca é deportado!"

MCLNetto

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