A LEI DA AÇÃO E REAÇÃO NO GOVERNO ROLLEMBERG





Os últimos fatos da política brasileira que trazem, segundo informações da mídia, um saldo de 35 prisões de prefeitos por corrupção, nos leva à constatação de que apesar das cadeias terem hoje hospedes ilustres, na sua maior parte empresários ligados à corrupção de governos, o político ainda não tem medo da punição. Talvez isto aconteça pelo fascínio que o poder financeiro tem sobre os partidos, ou pelo sonho desvairado de enriquecimento dos detentores do poder e de seus familiares e da proteção que infelizmente ainda recebem do sistema judiciário local, que na maioria das vezes desaparece com os processos e denúncias e em outras os inocentam, apesar de provas robustas. È a famosa política de boa convivência...

Enquanto isso o povo paga a conta, morre e geme com os desmandos da classe política.
Outro fator relevante, que faz parte da característica dos corruptos, é o desprezo que demonstram pela democracia. Podemos dizer que nossa democracia é de fachada, e que ainda estamos ligados umbilicalmente à monarquia. Todos querem e lutam para ter poder absoluto. 

No entanto o "Princípio da Ação e Reação", terceira lei de Newton, diz que à toda ação sempre se opõe uma reação igual e de sentido contrário, e isto começou a ocorrer no âmbito do judiciário com o juiz Sérgio Moro, e hoje está acontecendo na política do Distrito Federal.
As ações do governador, em detrimento da Câmara Legislativa e políticos representativos, conseguiram uma reação do mesmo tamanho contra o Buriti. 

As falas e posicionamentos do novo presidente da CLDF, Joe Valle, do deputado Raimundo Ribeiro, amigo de longa datas do  socialista, a do vice Governador e atual  governador em exercício que aproximou o senador Rollemberg das bases populares,  e as dos senadores Cristovam Buarque e de Reguffe, os maiores puxadores de votos que permitiu a eleição de Rollemberg,  deixam um aviso no ar:  "Cuidado governador, à toda ação inicial  tem uma reação igual e em sentido contrário!

Analisando tudo isto que está acontecendo podemos dizer que esta nova Mesa Diretora tem os mesmos objetivos da antecessora: independência e sintonia com os desejos da população do Distrito Federal.

O povo agradece!
Parece que o exemplo de independência de Celina Leão conseguiu retirar da Câmara Legislativa do Distrito Federal, definitivamente, a pecha de puxadinho do governo. 

Mclnetto