O LULA SECRETO I




Revendo meus guardados encontrei este artigo, que replico na íntegra- O Lula Secreto – que entendo ser importante para quem escreve sobre política, conhecer e entender como muitas vezes o que escrevemos é completamente diferente da verdade, e como os mitos nascem.

O Lula Secreto
Um pouco de história recente e elucidativa para aqueles que não entendem como um semi analfabeto vai escrever para o New York Times.  

Nota do Editores:Reproduzimos abaixo o conjunto de textos organizado na publicação "O Lula secreto", pelo blogueiro Hugo Studart, no Internacional Press - Informação independente do Brasil e do mundo https://internacionalpress.wordpress.com/2011/01/09/o-lula-secreto/

LULA: Descendente de cristãos novos (judeus convertidos na marra para não morrerem na fogueira em Portugal e Espanha) oriundos do Recife e radicados na região de Garanhuns - PE. Lula descende da chamada "Casa da Torre". Ele, no entanto não da a mínima para o fato e passa de largo sobre as suas origens abrâamicas.(Márcia Zairos)
 



Lula foi treinado em Cursos ministrados pelos ianques desenhados sob medida para parecer
 de esquerda, apenas parecer, mas servir ao sistema dominante sionista.

Lula é refém, escravo e beneficiário do poder dominante sionista. Esse poder o cooptou e pela sua omissão, formou o PT, em vez de criar um sindicalismo forte. (Paulo Vidal)




Criando e fabricando o mito


Paulo Vidal Neto - Não se pode comparar a realidade de hoje com a da ditadura militar. Era um contexto em que o governo combatia o comunismo e considerava qualquer um contrário a ele como comunista. Antes de 1964, os comunistas eram os responsáveis pelo sindicalismo no país. Após a revolução, os sindicatos ficaram sob intervenção do governo. Fui eleito diretor em 1967, enquanto Lula começou no sindicalismo, em 1969, quando ele entrou como suplente no Conselho Fiscal por minha indicação. Mas era o irmão de Lula, Frei Chico, quem deveria ter participado da chapa. Frei Chico não quis e apontou Lula como substituto. Após conhecer Lula, aceitei e indiquei o nome dele ao grupo diretivo. Ele não existia no sindicato e não tinha qualquer atividade sindical, nem tão pouco chamou mais pessoas para participar. Ninguém o conhecia.

“JOGO DURO” é um livro de autoria de Mario Garnero ( homem da confiança dos banqueiros Rothschild ), editado pela Best Seller em 1988, já esgotado, relatando sua relação com Lula nos anos 70. O depoimento vai da página 130 à 135, e indaga-se: “Alguém já estranhou o fato do Lula jamais ter contestado o que o Garnero disse no livro nem tê-lo processado?” Lula reclamava de o Brasilinvest não ter pago seus débitos. O Brasilinvest nunca deveu aos trabalhadores, nem aos contribuintes brasileiros. Naquele momento em que Lula falava, os únicos credores com os quais os Brasilinvest ainda não tinha
resolvido todas as suas pendências eram uns poucos bancos estrangeiros. Curioso que o presidente do Partido dos Trabalhadores tomasse as dores de banqueiros internacionais.“

 JOHN SWEENEY E STANLEY GACEK – O AMIGO “STAN” DO LULA 






Disse Stanley Gacek: Durante essas duas décadas, acho que fui todos os anos ao Brasil. Fiquei amigo do Lula (sic).
1963 Criada em São Paulo a Iadesil (Instituto Americano de Desenvolvimento do Sindicalismo Livre), escola de doutrinação interligada com a AFL-CIO (American Federation of Labor- Congress of Industrial Organizations) que foi acusada de financiar movimentos sindicais que apoiaram golpes militares.
Digo: Vejam a estratégia para cumprirem o Projeto do Poder Dominante: 1964 Golpe do Estado no Brasil deixando o nosso País em sombras. Os EUA fabricou terroristas através da CIA.
Stanley Gacek, dirigente da AFL-CIO (American Federation of Labor-Congress of Industrial Organizations), organização que tem sido desde os primeiros dias da “guerra fria” uma verdadeira cobertura para atividades criminosas da CIA em várias partes do mundo – particularmente no Terceiro Mundo. Esse senhor ocupa o cargo de diretor internacional adjunto da central sindical norte-americana para a América Latina. A primeira aparição pública de Gacek no Brasil, com a missão de aproximar os sindicalistas norte-americanos dos brasileiros, foi em 1981, quando foi levar solidariedade a Lula, então presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo, preso por organizar uma greve e processado sob a Lei de Segurança Nacional.
1964 Os sindicatos "pertenciam" a partidos políticos, e eram loteados pelos líderes destes partidos tal como os pontos de Jogo do Bicho são loteados pelos bicheiros de hoje em dia. Após o golpe, as lideranças sindicais foram cassadas, e inicialmente substituídas por interventores. Mas esta remoção de pelegos abriu caminho, a longo prazo, para o surgimento de uma nova geração de sindicalistas desvinculados de partidos políticos e realmente oriundos do operariado - homens assim como Lula.
1968 Lula aluno pelo Iadesil (Instituto Americano de Desenvolvimento do Sindicalismo Livre), escola de doutrinação mantida desde 1963 em São Paulo, pelos norte-americanos da AFL-CIO (American Federation of Labor-Congress of Industrial Organizations), que surgiu nos EUA em 1955 e é a maior central sindical dos EUA (12 milhões de sindicalizados). Tanto o Iadesil como a AFL-CIO, ministram cursos contra-revolucionários de “liderança” sindical, desenhados sob medida para parecer de esquerda, apenas parecer, mas servir ao sistema dominante. Aí, o Lula pelo que ele faz e já fez, provavelmente foi laureado com um doutorado honoris causa (ou seria horroris causa?) aquela época. O que se depreende é que ele foi, isto sim, submetido à uma tremenda lavagem cerebral (brain wash) pelos dois organismos americanos, interessados em ter um aliado num país como o Brasil, rico em matérias-prima de que não podem abdicar. Isto é facilmente comprovado para quem já leu o tristemente famoso “Relatório Kissinger” NSSM-200 (National Security Study Memorandum), de 1974. (Por Pedro Porfírio)

1969 Paulo Vidal Neto era presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo e Diadema quando conheceu Lula. No início, Lula não conhecia sindicato e começou com Vidal e os demais diretores a aprender os primeiros passos do movimento.
 1970 O crescimento industrial promovido na época multiplicou o número de operários e fez crescer o poder de barganha de diversas categorias, como os metalúrgicos. Com a liberalização do regime, ali pelo fim dos anos setenta, esta demanda reprimida explodiu em reivindicações, e Lula liderou as primeiras greves vitoriosas desde o início do regime militar, provocando a euforia das lideranças de esquerda, que logo o escolheram como seu herói iniciava as mobilizações sindicais. A liberdade de expressão, e naquele momento não havia nenhum canal de negociação. A necessidade de sindicatos fortes e o papel de Lech Walesa na Polônia.




Lula no início como "fabricado" líder sindical

1972 A oposição criou uma chapa, que era a síntese do Partido dos Trabalhadores (PT) e convidou Lula para encabeçá-la e a concorrer com Paulo Vidal pela liderança do Sindicato. Lula decidiu continuar na chapa de Paulo Vidal.

1973 
Lula participou numa greve “armada” por Paulo Villares para rescindir um contrato mal feito com a COFAP que lhe daria grande prejuízo, quando ganhou alguns milhões de dólares com a rescisão, Paulo Villares (Industrias Villares), ex-patrão de Lula, em reconhecimento as habilidades demonstradas por Lula,
, aproximou Lula dos militares.

  
Nas fábricas existia seguro sobre lucros suspensos...    

 1973 Lula foi apresentado ao General Golbery do Couto e Silva (fundador do SNI), num churrasco na casa deste na Granja do Torto, na presença de centenas de empresários amigos de Golbery e financiadores do Movimento Militar de 1964.
1973 O governo militar escolheu Lula para realizar treinamento lições de sindicalismo sob os auspícios da AFL-CIO, com direito à interpretes, na Johns Hopkins University em Baltimore, Maryland, USA.


1975 Paulo Egydio governador de São Paulo, deu posse* a Lula na presidência do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo. "Isso provocou uma reação da chamada comunidade de informações", diz. Geisel teria perguntado "o que deu na cabeça" de Paulo Egydio. Ele explicou que Lula era adversário dos comunistas. Geisel relaxou: "Mas eu não sabia que Lula tinha derrotado os comunistas"
*Nota : Lula foi inflado no contexto dessa relação sistêmica. Feito sindicalista somente porque o irmão – o Frei Chico – se achava inseguro para ser do conselho fiscal do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo, na chapa de Paulo Vidal, abençoada pelo regime militar, frei Chico tratou de introduzir Lula na política. Frei Chico seu irmão, era ligado ao velho partido comunista.

1976 Lula sendo apresentado por seu patrão, Paulo Diederichsen Villares, ao Werner Jessen, da Mercedes-Benz, e, de repente, eis que aparece o tal Lula á frente da primeira greve que houve na indústria automobilística durante o regime militar, ele que até então era apenas o amigo do Paulo Villares, seu patrão.
─ Paulo Diederichsen Villares o capitão por ironia do destino, não conseguiu evitar o naufrágio do grupo Villares. A empresa começou a definhar nos anos 70 atualmente, divide seu tempo entre palestras e cursos que ministra no Instituto Brasileiro de Governança Corporativa, as reuniões mensais do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial, os encontros anuais do World Economic Forum e do Conselho de Empresários da América Latina e a condução diária da CoInvest, empresa criada para gerir o patrimônio da família.
─ Nessa época, Lula começava a surgir nacionalmente como uma liderança sindical na região do ABC paulista, fazendo reuniões nas portas de fábricas e campos de futebol para discutir e debater as questões da classe.
A imprensa SIONISTA:
─ Cobriu o Lula de elogio, estimulando-o, no momento em que a distensão apenas começava, e de um episódio que é capaz de deixar qualquer um, mesmo os desatentos, com o pé atrás
Digo: As multinacionais possuíam seguros altíssimos sobre lucros suspensos o fato de os operários ficarem de braços cruzados com as máquinas desligadas por longo tempo, não trazia prejuízos ao contrário: as multinacionais além de receber das seguradoras pelos dias parados, aproveitavam a greve para pressionar o governo abaixar os impostos. Conclusão: As multinacionais apoiavam as greves.
─ A crise econômica do Brasil, no início dos anos 1970, estava ligada, externamente, `a questão do petróleo, colocando o país numa situação bastante difícil. Além disso, internamente, o governo Médici, que recém terminara, havia sido de um profundo autoritarismo, o mais pesado até então. Sua ação, através dos órgãos de repressão, deixara muitas marcas na população brasileira.
1978 Lula articulado por Paulo Vidal, encabeçou a chapa do sindicato. Vidal foi voltando Lula aos poucos, as esquerdas foram se apoderando dele até o absorverem.
1978 Lula saiu do foco sindicalista e ajudou a criar o Partido dos Trabalhadores. Em dois anos, perdeu o controle do Sindicato.
Nota: Nesse período 1978, Vidal deixou o sindicato.
─ Como disse anteriormente, os capitalistas internacionais aqui no Brasil instalados, devido a abertura oferecida por JK... apoiavam as greves precionando os militares pela reforma política. E John Sweeney presidente da AFL-CIO representado no Brasil pelo seu dirigente Stanley Gacek, financiaram o Lula/Sindicalista, a formação do partido do PT, para concluírem seu Projeto: Implantar A “Única Chapa” CUT. O que me espanta em tudo isso é que o Gerneral Golbery Articulista como era não percebeu... ou era conivente com a situação?
1978 início do mês de maio. Os metalúrgicos tinham cruzado os braços, a indústria automobilística estava parada. Em Brasília, a ANFAVEA negociava com o governo sobre o que fazer. Geisel, recomendou moderação: tentar negociar com os grevistas, sem alarido. Imagine: era um passo que nenhum governo militar jamais dera, o da negociação com operários em greve.


1979 O General João Batista Figueiredo mal acabara de tomar posse, quando o sindicalista Lula comandou grande greve no ABC paulista. Grande cobertura dos meios de comunicação, especialmente do vôo de helicópteros e aviões sobre o campo de futebol onde se reuniam os grevistas, em massa. O Tribunal Regional do Trabalho determinou que a greve cessasse. Lula desafiou a decisão da Justiça, tecnicamente se colocando contra o Poder de Estado. O espetáculo da massa de grevistas desfiando o Governo da Revolução impressionava todos. O Presidente Figueiredo mandou seu ministro do Trabalho negociar com Lula. A negociação foi feita, a decisão do TRT jogada às urtigas e a greve cessou
Digo: Muitos operários que freneticamente participaram das greves e passeatas no ABC paulista, após a ascenção do Lula ficaram no esquecimento; desempregados, trabalhando em bicos, subempregados, desenvolveram a esquizofrenia social sem nunca, jamais, entenderem o que estava acontecendo, nem Lula sabia o que estava acontecendo, sofria lavagem cerebral, e gostava... pela sua conivência, era manobrado pelas forças dominantes sionistas que estrategicamente preparavam a conquista da NOM.
  
 MCLNetto